UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO
INSTI TUTO MULTIDICIPLINAR DE NOVA IGUAÇU
DISCIPLINA: POLÍTICAS PÚBLICAS PARA A INFÂNCIA E A JUVENTUDE
PROF. Dra. FLÁVIA MOTTA
ALUNO: ABNER LOPES CARDOSO – III PERÍODO - PEDAGOGIA
Sintetizando o texto Menores e Crianças.
O texto Menores e Crianças nos dá uma visão globalizada da situação de nossas crianças e adolescentes pois as políticas públicas que eram pra ser em defesa à infância são políticas que pouco fazem para mudar a situação.
Os discursos em relação aos programas sociais para as crianças e adolescentes são baseados em um discurso negativo, onde o protagonista ou idealizadores não procuram dar sustentabilidade ao sujeito e sim fazê-lo dependente.
Esses programas reproduzem aquilo que queriam erradicar e não deixa que o indivíduo se construa como sujeito.
A sociedade aceita a proposta da rede solidária mas se incomoda em conviver com a diferença. Logo, essa proposta é politicamente correta mas se dilui diante das manifestações e ansiedades humanas.
A lei de proteção à infância aponta obrigações e responsabilidades mas seus idealizadores não se propõem a debater, discutir e reavaliar seus conceitos junto a família colocando-a como sujeito.
Como coloco no texto sintetizado por mim, refletindo, Crianças Invisíveis e os filmes assistidos na sala de aula .
“A etapa histórica em que estamos vivendo, marcada pelo avanço tecnológico-científico e por mudanças ético-sociais, apresenta os requisitos necessários para que, finalmente, a educação infantil dê um salto no sentido de compreender a criança como sujeito social e, portanto, um sujeito com direitos.” Basta no entanto, que nossas autoridades reflitam para onde estamos indo e como chegaremos, caso nada seja feito na realização dessas “Políticas Públicas” em relação as nossas crianças. Pois ao olhar para elas, eles as veem, simplesmente como crianças abandonadas, delinqüentes, o que as torna caso de policia.
A educação, nesse caso tem o foco de moldar para o trabalho. Logo o que tem contribuído para a construção sociabilizada dos nossos menores e crianças, é com certeza, a educação que surge como ponte, tendo função primária na busca para propor soluções inteligentes para resolver o problemas relacionados aos menores.
A conquista de um povo só acontecerá através da EDUCAÇÃO. É nisso que acredito e é por isso que LUTO...
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Arte e Educação
DISCIPLINA: ARTE E EDUCAÇÃO
PROF. Dr. RENATO NOGUEIRA JUNIOR
ALUNO: ABNER LOPES CARDOSO – III PERÍODO - PEDAGOGIA
Como o curso, em especial a disciplina Arte e Educação tem contribuído com a sua formação e o seu cotidiano no local de trabalho ?
O curso de pedagogia tem sido de suma importância para a minha formação acadêmica, pois os textos lidos e os pensamentos filosóficos contidos neles, me fazem refletir, de forma, construtiva e crítica, minhas ações pedagógicas junto aos meus alunos, outros professores ou funcionários da escola.
A disciplina Arte e Educação, já fazia parte da minha ação pedagógica pois antes de ser professor já trabalhava com arte na escola, isto é, como animador cultural. O qual tem a função de integrar a educação através de uma linguagem artística e inseri-la no cotidiano da escola.
A arte consiste numa forma de conhecimento subjetiva, não propõe “a ser a verdade”, mas constrói junto ao sujeito representações da realidade e afirmações inexatas.
A arte não apresenta discursos fechados e definidos em relação a realidade mas formula, de forma, diferenciada opiniões diversas para que se chegue a verdade pesquisada. Convoca os sujeitos e , com o uso da imaginação produz diferentes imagens, com as quais, se chega a diferentes representações daquilo que lhes é apresentado. Barilli ( 1994 : 45-50 ) afirma que a experiência estética produzida pela arte pode se dar em outros campos. Logo, os processos de conhecimento transmitidos pela arte através das manifestações artísticas são apresentadas aos sujeitos enquanto “coisas”e, na relação com os objetos e produtos artísticos, cada sujeito elabora sua própria interpretação do conhecimento que lhe foi apresentado.
Portanto, acredito que a disciplina Arte e Educação tem uma participação ativa no processo pedagógico, mesmo, sabendo que nem todos os indivíduos inseridos nesse processo se consideram artistas. Porém, dentro de cada um de nós há um artista a ser despertado. E, isso, a disciplina faz com excelência .
PROF. Dr. RENATO NOGUEIRA JUNIOR
ALUNO: ABNER LOPES CARDOSO – III PERÍODO - PEDAGOGIA
Como o curso, em especial a disciplina Arte e Educação tem contribuído com a sua formação e o seu cotidiano no local de trabalho ?
O curso de pedagogia tem sido de suma importância para a minha formação acadêmica, pois os textos lidos e os pensamentos filosóficos contidos neles, me fazem refletir, de forma, construtiva e crítica, minhas ações pedagógicas junto aos meus alunos, outros professores ou funcionários da escola.
A disciplina Arte e Educação, já fazia parte da minha ação pedagógica pois antes de ser professor já trabalhava com arte na escola, isto é, como animador cultural. O qual tem a função de integrar a educação através de uma linguagem artística e inseri-la no cotidiano da escola.
A arte consiste numa forma de conhecimento subjetiva, não propõe “a ser a verdade”, mas constrói junto ao sujeito representações da realidade e afirmações inexatas.
A arte não apresenta discursos fechados e definidos em relação a realidade mas formula, de forma, diferenciada opiniões diversas para que se chegue a verdade pesquisada. Convoca os sujeitos e , com o uso da imaginação produz diferentes imagens, com as quais, se chega a diferentes representações daquilo que lhes é apresentado. Barilli ( 1994 : 45-50 ) afirma que a experiência estética produzida pela arte pode se dar em outros campos. Logo, os processos de conhecimento transmitidos pela arte através das manifestações artísticas são apresentadas aos sujeitos enquanto “coisas”e, na relação com os objetos e produtos artísticos, cada sujeito elabora sua própria interpretação do conhecimento que lhe foi apresentado.
Portanto, acredito que a disciplina Arte e Educação tem uma participação ativa no processo pedagógico, mesmo, sabendo que nem todos os indivíduos inseridos nesse processo se consideram artistas. Porém, dentro de cada um de nós há um artista a ser despertado. E, isso, a disciplina faz com excelência .
A Prática Etnográfica e o Campo da Educação
UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO
INSTI TUTO MULTIDICIPLINAR DE NOVA IGUAÇU
DISCIPLINA: ANTROPOLOGIA E EDUCAÇÃO
PROF. Dra. MIRIAN DE OLIVEIRA SANTOS
ALUNO: ABNER LOPES CARDOSO – III PERÍODO - PEDAGOGIA
Resumo do texto
A partir do texto, “A Prática Etnográfica e o Campo da Educação”, pudemos observar que os conceitos antropológicos aprendidos são os norteadores da nossa pesquisa. Para tanto, as noções de que as características culturais dentro de um mesmo recinto, podem variar, inviabilizando as pesquisas, tanto na esfera educacional quanto numa esfera mais ampla.
A ausência de uma descrição densa, com exames e questionamentos mais profundos é um dos fatores que contribuem para essa inviabilização, junto com a falta de clareza do papel da teoria na pesquisa educacional etnográfica. Com isso, torna-se necessário um olhar antropológico para o pesquisador da área educacional, “ porque com ele, por ele e por meio dele é que as dificuldades serão superadas.” E é através dessa superação que ocorre a aliança da educação com a antropologia.
Precisamos estudar a comunidade e não a escola simplesmente, pois se faz necessário, entender que as pessoas envolvidas nesse processo são diferentes, tanto alunos como professores.
Para se ter uma descrição densa é preciso ir mais fundo no que queremos descrever. Bom o que está acontecendo, qual é a dinâmica do acontecimento local?
Não podemos ver as coisas como todas as outras pessoas veem, temos que ter um olhar de pesquisador.
Não da pra trazer etnografia sem a teoria, é preciso observar a prática inserindo nela uma linha teórica, isso para embasar essa pesquisa, dando uma sustentação teórica, tornando-a uma pesquisa que podemos dizer séria.
A etnografia é a base. É a partir dela que criamos o que podemos chamar de base para se chegar ao queremos confrontar com as teorias existentes.
Para se fazer uma pesquisa, se faz necessário, a princípio, um questionário com as questões referentes ao tema e assim, teremos material empírico para dar início a nossa pesquisa e embasá-la às teorias existes e confrontá-las se for necessário.
INSTI TUTO MULTIDICIPLINAR DE NOVA IGUAÇU
DISCIPLINA: ANTROPOLOGIA E EDUCAÇÃO
PROF. Dra. MIRIAN DE OLIVEIRA SANTOS
ALUNO: ABNER LOPES CARDOSO – III PERÍODO - PEDAGOGIA
Resumo do texto
A partir do texto, “A Prática Etnográfica e o Campo da Educação”, pudemos observar que os conceitos antropológicos aprendidos são os norteadores da nossa pesquisa. Para tanto, as noções de que as características culturais dentro de um mesmo recinto, podem variar, inviabilizando as pesquisas, tanto na esfera educacional quanto numa esfera mais ampla.
A ausência de uma descrição densa, com exames e questionamentos mais profundos é um dos fatores que contribuem para essa inviabilização, junto com a falta de clareza do papel da teoria na pesquisa educacional etnográfica. Com isso, torna-se necessário um olhar antropológico para o pesquisador da área educacional, “ porque com ele, por ele e por meio dele é que as dificuldades serão superadas.” E é através dessa superação que ocorre a aliança da educação com a antropologia.
Precisamos estudar a comunidade e não a escola simplesmente, pois se faz necessário, entender que as pessoas envolvidas nesse processo são diferentes, tanto alunos como professores.
Para se ter uma descrição densa é preciso ir mais fundo no que queremos descrever. Bom o que está acontecendo, qual é a dinâmica do acontecimento local?
Não podemos ver as coisas como todas as outras pessoas veem, temos que ter um olhar de pesquisador.
Não da pra trazer etnografia sem a teoria, é preciso observar a prática inserindo nela uma linha teórica, isso para embasar essa pesquisa, dando uma sustentação teórica, tornando-a uma pesquisa que podemos dizer séria.
A etnografia é a base. É a partir dela que criamos o que podemos chamar de base para se chegar ao queremos confrontar com as teorias existentes.
Para se fazer uma pesquisa, se faz necessário, a princípio, um questionário com as questões referentes ao tema e assim, teremos material empírico para dar início a nossa pesquisa e embasá-la às teorias existes e confrontá-las se for necessário.
O EVANGELHO E A ACULTURAÇÃO.
EVANGELHO E ACULTURAÇÃO.
ACHO DE SUMA IMPORTÂNCIA A CONTEXTUALIZAÇÃO CULTURAL EM RELAÇÃO A EVANGELIZAÇÃO DE UM POVO, PORÉM O EVANGÉLHO QUE PREGAMOS, É O EVANGELHO DE CRISTO E ELE MESMO NOS DEIXOU O EXEMPLO DE CONTEXTUALIZAÇÃO, PORÉM, PREGOU SUA MENSAGEM COMO VERDADE ABSOLUTA, NÃO CEDENDO A NENHUMA CULTURA E, SIM FAZENDO COM QUE AS PESSOAS EVANGELIZADAS MUDASSEM E SE ADAPTASSEM A MENSAGEM PREGADA.
O APÓSTOLO PAULO NOS ENSINA QUE AS VEZES TEMOS QUE FINGIR QUE SOMOS LOUCOS PARA GANHAR OS LOUCOS... DANIEL E SEUS AMIGOS TIVERAM SEUS NOMES MUDADOS... MAS NÃO SE CONTAMINARAM COM A CULTURA DA BABILÔNIA.
NÃO TEMOS QUE TEMER A CONTEXTUALIZAÇÃO E, SIM TER CERTEZA DO QUE SOMOS EM CRISTO.
A CULTURA SERÁ SEMPRE DIFERENTE MAS O EVANGELHO DE CRISTO SERÁ SEMPRE O MESMO. O EVANGÉLHO DE CRISTO NÃO SOFRE ACULTURAÇÃO.
PRECISAMOS ENTRAR NO TERRENO DO INIMIGO E TOMAR TUDO QUE ELE NOS ROUBOU. FOI DEUS QUEM CRIOU TODAS AS COISAS E NÃO O DIABO.
NO CASO DA MÚSICA, POR EX: PODEMOS USAR QUALQUER UMA, DESDE QUE A LETRA LEVE O MAIS IMPORTANTE, A MENSAGEM DE CRISTO
ACHO DE SUMA IMPORTÂNCIA A CONTEXTUALIZAÇÃO CULTURAL EM RELAÇÃO A EVANGELIZAÇÃO DE UM POVO, PORÉM O EVANGÉLHO QUE PREGAMOS, É O EVANGELHO DE CRISTO E ELE MESMO NOS DEIXOU O EXEMPLO DE CONTEXTUALIZAÇÃO, PORÉM, PREGOU SUA MENSAGEM COMO VERDADE ABSOLUTA, NÃO CEDENDO A NENHUMA CULTURA E, SIM FAZENDO COM QUE AS PESSOAS EVANGELIZADAS MUDASSEM E SE ADAPTASSEM A MENSAGEM PREGADA.
O APÓSTOLO PAULO NOS ENSINA QUE AS VEZES TEMOS QUE FINGIR QUE SOMOS LOUCOS PARA GANHAR OS LOUCOS... DANIEL E SEUS AMIGOS TIVERAM SEUS NOMES MUDADOS... MAS NÃO SE CONTAMINARAM COM A CULTURA DA BABILÔNIA.
NÃO TEMOS QUE TEMER A CONTEXTUALIZAÇÃO E, SIM TER CERTEZA DO QUE SOMOS EM CRISTO.
A CULTURA SERÁ SEMPRE DIFERENTE MAS O EVANGELHO DE CRISTO SERÁ SEMPRE O MESMO. O EVANGÉLHO DE CRISTO NÃO SOFRE ACULTURAÇÃO.
PRECISAMOS ENTRAR NO TERRENO DO INIMIGO E TOMAR TUDO QUE ELE NOS ROUBOU. FOI DEUS QUEM CRIOU TODAS AS COISAS E NÃO O DIABO.
NO CASO DA MÚSICA, POR EX: PODEMOS USAR QUALQUER UMA, DESDE QUE A LETRA LEVE O MAIS IMPORTANTE, A MENSAGEM DE CRISTO
Evangelho e Cultura
Evangelho e Cultura
Quero começar esse texto, definindo três conceitos de missões:
• Fundamentalismo missiológico: Rejeita a cultura, demonizando-a e se fechando para aquilo que ela pode oferecer.
• Liberalismo missiológico: Absorve a cultura, mesmo em seus aspectos negativos, culminando em paganizarão da fé
• Evangelismo missional: Dialoga com a cultura absorvendo e respeitando os valores que servem ao evangelho, ao mesmo tempo em que rejeita aquelas noções, muitas vezes tidas como culturais, que estão em oposição ao evangelho de Cristo.
Logo, se faz necessário adaptar-se a cultura local para evangelizar os que estão ao redor, Paulo diz que é preciso fazer-se de louco para ganhar os loucos... isso quer dizer que precisamos dialogar com a cultura daquele que queremos evangelizar, só assim alcançaremos a meta estabelecida para essa evangelização. Não podemos demonizar a cultura de um povo, os seus costumes, o diálogo é de suma importância pois só assim o processo de aculturação se dará de forma satisfatória e inteligente . Em Atos 17, o apostolo Paulo fez um célebre discurso no areópago de Atenas. Ao discursar, estava cercado pela elite intelectual da época e se dirige a ela inteligentemente, contextualizando com a cultura local, citando os filósofos, poetas gregos e ao mesmo tempo, levava aos seus ouvintes uma mensagem de arrependimento. Ao mencionar a ressurreição de Cristo, muitos se escandalizaram e até se foram, mas a palavra nunca volta vazia. Dionísio e alguns dos que estavam presentes se converteram ao cristianismo naquele dia. Paulo foi sábio porque soube usar a cultura em seu benefício.
Construir pontes culturais em um ambiente cultural diversificado é importante para que evangelho e cultura caminhem juntos, mesmo que, não concordem em alguns pontos.
O diálogo nos proporciona escolher, adaptar, sem fugir de nossas origens ou raízes culturais. Este é o processo de aculturação natural de um povo.
Paulo diz: tudo me é lícito mas nem tudo me convêm. Não adianta querermos implantar o fundamentalismo missiológico, ou seja, impor padrões de vestimentas, como por exemplo, as vestimentas européias aos habitantes de paises tropicais ou vice versa; músicas eruditas em um contexto popular. Também não podemos cair no erro do liberalismo missiológico que coloca a cultura acima de Cristo ou do evangelho.
Os movimentos neopentencostais por exemplo, contextualizam com a cultura capitalista. Os neoliberais tratam questões como aborto e homossexualismo como demandas culturais comuns, sem tratá-las como práticas pecaminosas. Precisamos repensar essa evangelização criticamente.
No fundamentalismo missiológico, a cultura é totalmente ignorada; no liberalismo cultural ela é endeusada e sobreposta ao evangelho. “Já o cristianismo missional conversa com as diferentes culturas usando-as como ferramenta de contextualização, ao mesmo tempo em que rejeita valores culturais que se opõem a mensagem cristocêntrica.”
O evangelismo missional dialoga com a cultura, e não ignora o fato dessa cultura estar manchada pelo pecado. Assim, o indivíduo envolvido nessa cultura reconhece que nem tudo que é tido pelo homem moderno como valor cultural é aceitável diante de Deus. Esse é o processo de aculturação inteligente, onde o indivíduo ao ter contato com outra cultura absorve parte da mesma adaptando-a a sua cultura.
Quero começar esse texto, definindo três conceitos de missões:
• Fundamentalismo missiológico: Rejeita a cultura, demonizando-a e se fechando para aquilo que ela pode oferecer.
• Liberalismo missiológico: Absorve a cultura, mesmo em seus aspectos negativos, culminando em paganizarão da fé
• Evangelismo missional: Dialoga com a cultura absorvendo e respeitando os valores que servem ao evangelho, ao mesmo tempo em que rejeita aquelas noções, muitas vezes tidas como culturais, que estão em oposição ao evangelho de Cristo.
Logo, se faz necessário adaptar-se a cultura local para evangelizar os que estão ao redor, Paulo diz que é preciso fazer-se de louco para ganhar os loucos... isso quer dizer que precisamos dialogar com a cultura daquele que queremos evangelizar, só assim alcançaremos a meta estabelecida para essa evangelização. Não podemos demonizar a cultura de um povo, os seus costumes, o diálogo é de suma importância pois só assim o processo de aculturação se dará de forma satisfatória e inteligente . Em Atos 17, o apostolo Paulo fez um célebre discurso no areópago de Atenas. Ao discursar, estava cercado pela elite intelectual da época e se dirige a ela inteligentemente, contextualizando com a cultura local, citando os filósofos, poetas gregos e ao mesmo tempo, levava aos seus ouvintes uma mensagem de arrependimento. Ao mencionar a ressurreição de Cristo, muitos se escandalizaram e até se foram, mas a palavra nunca volta vazia. Dionísio e alguns dos que estavam presentes se converteram ao cristianismo naquele dia. Paulo foi sábio porque soube usar a cultura em seu benefício.
Construir pontes culturais em um ambiente cultural diversificado é importante para que evangelho e cultura caminhem juntos, mesmo que, não concordem em alguns pontos.
O diálogo nos proporciona escolher, adaptar, sem fugir de nossas origens ou raízes culturais. Este é o processo de aculturação natural de um povo.
Paulo diz: tudo me é lícito mas nem tudo me convêm. Não adianta querermos implantar o fundamentalismo missiológico, ou seja, impor padrões de vestimentas, como por exemplo, as vestimentas européias aos habitantes de paises tropicais ou vice versa; músicas eruditas em um contexto popular. Também não podemos cair no erro do liberalismo missiológico que coloca a cultura acima de Cristo ou do evangelho.
Os movimentos neopentencostais por exemplo, contextualizam com a cultura capitalista. Os neoliberais tratam questões como aborto e homossexualismo como demandas culturais comuns, sem tratá-las como práticas pecaminosas. Precisamos repensar essa evangelização criticamente.
No fundamentalismo missiológico, a cultura é totalmente ignorada; no liberalismo cultural ela é endeusada e sobreposta ao evangelho. “Já o cristianismo missional conversa com as diferentes culturas usando-as como ferramenta de contextualização, ao mesmo tempo em que rejeita valores culturais que se opõem a mensagem cristocêntrica.”
O evangelismo missional dialoga com a cultura, e não ignora o fato dessa cultura estar manchada pelo pecado. Assim, o indivíduo envolvido nessa cultura reconhece que nem tudo que é tido pelo homem moderno como valor cultural é aceitável diante de Deus. Esse é o processo de aculturação inteligente, onde o indivíduo ao ter contato com outra cultura absorve parte da mesma adaptando-a a sua cultura.
Religião e Cultura
A Cultura e a Igreja
A cultura é, com certeza, um assunto que pouco interessa a igreja, isso por se tratar de algo alheio ao objetivo da missão. Ela tem, sido encarada como algo supérfluo, mesmo no meio secular. Os políticos ou governantes não dão a importância devida, por parecer que a mesma não traz algum tipo de “lucro”, isto é, imediato. Uma ignorância gigantesca, pois através da cultura o povo melhora sua alto estima e produz melhor. A partir desse pensamento, têm se criado uma espécie de sub-cultura industrializada com a intenção de suprir a necessidade de entretenimento da população, com isso, gera-se uma sociedade totalmente alienada. Um outro fator agravante nesse sentido, isto é, o desprezo à cultura pela igreja se dá no fato dela demonizar ou sacralizar, certos tipos de manifestações culturais, onde confunde-se expressões artísticas ou costumes, com expressões, meramente religiosas.
Ao analisar um trecho da carta de um cristão da Igreja primitiva endereçada a um certo Diogneto e um trecho da Apologética de Tertuliano, pode-se observar a importância da cultura para a missão da Igreja. A carta parece ter sido escrito em Alexandria, por volta do ano 200. O autor faz uma vibrante apologia do cristianismo para seu destinatário pagão:
Os cristãos não se distinguem dos outros homens nem pelo país, nem pela linguagem, nem pelo vestuário. Eles não habitam cidades que lhes sejam específicas, não fazem uso de um dialeto extraordinário e seu modo de vida nada tem de singular [...] Eles se distribuem pelas cidades gregas e bárbaras, aceitando a parte que lhes cabe; amoldam-se aos usos locais no que se refere às vestes, à alimentação e à maneira de viver, embora manifestem as leis extraordinárias e verdadeiramente paradoxais de sua república espiritual [...]
A Apologética de tertuliano foi escrita por volta do ano 197dC: [...] Vivemos convosco, temos o mesmo alimento, as mesmas vestes, o mesmo tipo de vida que vós, estamos submetidos às mesmas necessidades da existência. Não somos brâmanes ou faquires da Índia, habitantes de florestas ou exilados da vida [...] Freqüentamos vosso fórum, vosso mercado, vossos banhos, vossas oficinas, vossas lojas, vossas hospedarias, vossas feiras e os demais locais de comércio; nós habitamos este mundo como vós. Convosco navegamos, convosco servimos como soldados, trabalhamos a terra, [...]
Colossenses 2:20-23; nesse texto o apóstolo Paulo faz uma explanação muito clara de como devemos agir para com as coisas do mundo. Se nossa pátria não é aqui neste sistema de coisas, como bem disseram os autores dos textos acima citados, por que deveríamos agir para com as coisas deste mundo como se elas fossem de alguma importância? Como se tivessem algum poder mágico de nos desviar da fé em Cristo ou até mesmo nos levar a pecar contra Ele? Como bem disse Jesus: O que contamina o homem não é o que entra nele, mas o que sai... é o seu mau pensamento e não o que ele manuseia, usa, come, bebe ou escuta.
Se não somos deste mundo, não devemos nos preocupar com a cultura alheia; nem, tampouco, criar uma sub-cultura mundana (cultura de baixa qualidade) com aparência de piedade. Hoje é corriqueiro observarmos a Igreja importando a cultura mundana para si e a “ungindo” (incorporando palavras como pão, salvação, comunhão...) para que se torne gospel. Porém precisamos entender o que é exatamente Cultura:
A cultura de um povo é feita de um conjunto de coisas; é o complexo dos padrões de comportamento, das crenças, das instituições, das manifestações artísticas, intelectuais, etc., transmitidos coletivamente, e típicos de uma sociedade. (Mini dicionário Aurélho)
Antropologicamente é o conjunto de padrões de comportamentos, crenças ,conhecimentos, costumes ... que distinguem um grupo social. Tudo que vem do povo e que o rodeia.
Evangélicos e ética no Brasil
Evangélicos e ética no Brasil
A ética evangélica no passado aqui no Brasil,predominava o individualismo do cidadão no sentido de cumprir deveres, excluindo-se do convívio público e das tarefas próprias de cidadão,como: se divertir, integrar-se a outras comunidades, estudar diversas ciências, participar de partidos políticos e, muito mais que isso; defender de forma correta, os direitos institucionais adquiridos e romper com a idéia de religião minoritária.
Ainda hoje, mesmo com os avanços que tivemos, e com as crescentes formas neo-liberais existentes nesta década, a ética cristã se baseia no individualismo pessoal, onde em nome da “ética” pessoas são discriminadas, pois muitos, achando ser “verdade absoluta” o que aprenderam, seguem individualmente massacrando em nome da ética.
Precisamos avançar no sentido do que é ética, analisando o exemplo deixado pelo mestre Jesus pois o mesmo, tratava caso a caso os problemas que lhe surgia rompendo muitas vezes, com a ética impulsionada pela tradição. Dessa forma, mesmo que pra alguns, Ele estivesse “quebrando a ética”, curava nos sábados, perdoava os adúlteros, ou seja, rompia com as tradições pra trazer a salvação aos perdidos e cumprir sua missão, que não era como a dos homens individualista e, sim coletiva.
Precisamos questionar essa “ética evangélica” e analisar o que diz o Apóstolo Paulo, “ Tudo me é lícito mas nem tudo me convém” . “Posso todas as coisas Naquele que me fortalece.” Fp.4:13 .
É preciso que se faça uma análise profunda dos textos acima para que possamos entender o que é ética sem que dessa forma,venhamos martirizar alguém, punindo-o através do que acreditamos individualmente ser “ética evangélica ou cristã ”.
Se faz necessário, estar aberto a entender a cultura de cada povo, de cada região e, como Jesus, devemos suportar uns aos outros eliminando de nós o “etnocentrismo cultural”.
Reforma, Teologia e Ética Social
Reforma, Teologia e Ética Social
Ao falar de reforma, vemos uma constante necessidade de renovação pois o ser humano em sua tentativa de conservar, muitas vezes, cai no erro de manter algo que já está ultrapassado e não percebe o mal que isso está causando, tanto a si próprio, como aos outros em seu redor. O autor é muito feliz ao citar Calvino e, ao dizer, que há uma ambigüidade em relação ao comportamento cristão pois as comunidades cristãs são compostas de pessoas “salvas mas ainda totalmente depravadas”. Em síntese, Calvino diz: pessoas “ simultaneamente justas e pecadoras”.
O trio,reforma, teologia e ética social são com certeza, indissolúveis pois um auxilia o outro para que ambos aconteçam positivamente.
Onde o autor trata sobre a fé individualista concordo absolutamente com ele, pois o que falta ao homem é “ conhecer a Deus ” e seguir o exemplo deixado pelo mestre Jesus. O que adianta ter zelo religioso, ou até mesmo defender de forma ardorosa a igreja e os dogmas religiosos e não amar ao próximo como a si mesmo. Em defesa dessa fé individualista, muitos têm matado, causando assim, muito sofrimento à pessoas inocentes. Será que foi esse o exemplo deixado por Jesus em seus três anos de ministério ? conhecimento sem amor de nada adianta. A razão aliançada à reforma contrapõe-se com a questão do zelo em excesso. Logo, é melhor o bom senso.
A teologia tem como finalidade argumentar, de forma científica, os parâmetros bíblicos, levando o indivíduo ao discernimento proximal da vontade do criador para com a criatura. Isto porque, ao estudar a palavra de Deus, se faz necessário, o entendimento espiritual da mesma.
Richard diz: [...] “Só o conhecimento ético-religioso tem uma relação essencial com o cognoscente”.
“A ética cristã não é uma disciplina abstrata, ocupada primariamente com idéias. Ao contrário, é uma forma de reflexão no serviço a uma comunidade, e deriva seu caráter da natureza das convicções dessa comunidade. Afirmações teológicas são fundamentalmente práticas e a ética cristã é exatamente a forma da reflexão teológica que tenta explicar esse caráter inerentemente prático.” (HAUERWAS, Stanley. The Peaceble Kingdom: A Primer in Christian Ethics. London & Notre Dame: Notre Dame University Press,1983, p. 54.)
Essa citação de Stanley é interessante e ressalta a importância de uma reflexão ética, teologicamente, baseada no empirismo de uma comunidade que vive em toda sua plenitude, experiências concretas de um relacionamento com o sobrenatural, tendo como base principal, a fé que de acordo com o que está escrito no livro aos Hebreus no capítulo 12:1; É o firme fundamento das coisas que se esperam e a prova das coisas que não podemos ver
com os olhos naturais. Logo, reforma, teologia e ética social são permanentemente inseparáveis, devendo assim, buscar sempre o diálogo pois somente ele pode nos levar a uma resposta coerente ou próxima à verdade desejada.
Por Abner Lopes Cardoso 30.06.2011
O texto de Regina Novaes, é muito interessante, nos apresenta de forma técnica dados que podem nos levar a construir uma juventude cada vez mais forte, porém, o que precisamos fazer é sair da teoria e partir para a prática. Não dá pra manter uma juventude, que com certeza, está muito a frente do passado e, vive em um mundo tecnológico avançado, tendo acesso a diversas informações, viver enganada com meros discursos vazios baseados em religiosidade.
A igreja ainda tem que fazer muito para ajudar essa juventude a sair da secularização. Se faz necessário, promover debates, influenciar positivamente e mostrar o verdadeiro evangelho, o evangelho de Cristo, que não é baseado em teorias religiosas que mantêm a mente do jovem escravizada à regras do passado.” Quem vive de passado é museu.” È assim que eles pensam. Será que estão errados ?
Precisamos rever nossos conceitos e valores. Jesus nos pregou um evangelho diferente do que a “igreja” tem pregado ... Hoje, a preocupação é dinheiro, muitos membros, mídia... Os pastores são estrelas, artistas, políticos ... Esse tem sido o exemplo deixado para nossas crianças. Nossos futuros jovens e adultos. Essa é a escola...
O texto de Regina Novaes, é muito interessante, nos apresenta de forma técnica dados que podem nos levar a construir uma juventude cada vez mais forte, porém, o que precisamos fazer é sair da teoria e partir para a prática. Não dá pra manter uma juventude, que com certeza, está muito a frente do passado e, vive em um mundo tecnológico avançado, tendo acesso a diversas informações, viver enganada com meros discursos vazios baseados em religiosidade.
A igreja ainda tem que fazer muito para ajudar essa juventude a sair da secularização. Se faz necessário, promover debates, influenciar positivamente e mostrar o verdadeiro evangelho, o evangelho de Cristo, que não é baseado em teorias religiosas que mantêm a mente do jovem escravizada à regras do passado.” Quem vive de passado é museu.” È assim que eles pensam. Será que estão errados ?
Precisamos rever nossos conceitos e valores. Jesus nos pregou um evangelho diferente do que a “igreja” tem pregado ... Hoje, a preocupação é dinheiro, muitos membros, mídia... Os pastores são estrelas, artistas, políticos ... Esse tem sido o exemplo deixado para nossas crianças. Nossos futuros jovens e adultos. Essa é a escola...
Religião e Ciência
"que é ciência" e refletindo sobre a importância da ciência para a vida contemporânea e para a fé cristã.
Os dois últimos séculos têm servido de palcos a “Teologia Contemporânea”, expressão e sistematização dos pensamentos teológicos desenvolvidos principalmente nos séculos XIX e XX. Esse período é claramente marcado pelo embate entre as teologias conservadora e liberal.
Refletindo a importância da ciência para a vida contemporânea e para a fé cristã, vejo a teologia como uma Ciência. Definindo mais formalmente, “é a ciência que trata de Deus em Si mesmo e em relação com a Sua obra” (B.B. Warfield).
Desde os bancos escolares aprendemos que a ciência é resultado de experimento e observação. Para a maioria de nós, a imagem do cientista está associada a alguém de cabelos desgrenhados, que passa horas debruçado sobre tubos de ensaio e fórmulas complexas.
No século XXI esta visão da ciência está muito diferente. Praticamente tudo que nos cerca é resultado de algum experimento. Pesquisas, cada vez mais aprofundadas, modificam acentuadamente nosso modo de viver.
A partir do séc XII, com o surgimento de uma das primeiras Universidades, a de Paris (que se tornou um modelo de seu tempo), foi em resultado da reunião de quatro faculdades distintas: a de Teologia, de Artes (filosofia), a de Direito e a de Medicina. Talvez por isso e mais outras razões, a lado da Filosofia, a Teologia tem sido reconhecida como a primeira e a mãe de todas as Ciências. O que ocorre com os que rejeitam esse conceito é que confundem ciência Histórica com ciência experimental. Apesar de que sempre falamos de experiência de fé no que se refere às questões da Eternidade, reconhecemos que nem tudo pode ser comprovado mediante uma experiência em laboratório. Aqueles que buscam enquadrar a Teologia nesse paradigma, são vítimas de uma certa medida de ignorância acerca do papel fundamental dessa matéria.
Seria a Teologia apenas uma ciência a serviço da Humanidade, ou estaria ela a serviço de Deus? Ou seria ambas as coisas? Essas são perguntas de difíceis respostas. Isso porque se entendemos que o conhecimento de Jesus é dado aos seres humanos para Sua salvação e erguimento. Logo a Teologia é um serviço em favor dos homens, na busca de apresentar uma fé para os homens. Todavia, se ela se presta a anunciar uma verdade acerca de Deus, e para a glória de Deus, a lógica nos leva a pensar a Teologia como um instrumento de Deus. Como conciliar esse paradoxo?
Podemos definir ciência como “um esforço intelectual para explicar o funcionamento do mundo físico, informado por investigações empíricas e conduzido por uma comunidade treinada em certas técnicas especializadas.”
Como a fé não pode ser explicada intelectualmente ou através da razão, acredito que a teologia serve para embasar essa fé e fazer com que ela perdure até a volta de Cristo e, assim, refletindo os fatos passados e os dos nossos dias, percebemos, claramente, que Deus existe e que é possível viver como viveram nossos antepassados.
Os dois últimos séculos têm servido de palcos a “Teologia Contemporânea”, expressão e sistematização dos pensamentos teológicos desenvolvidos principalmente nos séculos XIX e XX. Esse período é claramente marcado pelo embate entre as teologias conservadora e liberal.
Refletindo a importância da ciência para a vida contemporânea e para a fé cristã, vejo a teologia como uma Ciência. Definindo mais formalmente, “é a ciência que trata de Deus em Si mesmo e em relação com a Sua obra” (B.B. Warfield).
Desde os bancos escolares aprendemos que a ciência é resultado de experimento e observação. Para a maioria de nós, a imagem do cientista está associada a alguém de cabelos desgrenhados, que passa horas debruçado sobre tubos de ensaio e fórmulas complexas.
No século XXI esta visão da ciência está muito diferente. Praticamente tudo que nos cerca é resultado de algum experimento. Pesquisas, cada vez mais aprofundadas, modificam acentuadamente nosso modo de viver.
A partir do séc XII, com o surgimento de uma das primeiras Universidades, a de Paris (que se tornou um modelo de seu tempo), foi em resultado da reunião de quatro faculdades distintas: a de Teologia, de Artes (filosofia), a de Direito e a de Medicina. Talvez por isso e mais outras razões, a lado da Filosofia, a Teologia tem sido reconhecida como a primeira e a mãe de todas as Ciências. O que ocorre com os que rejeitam esse conceito é que confundem ciência Histórica com ciência experimental. Apesar de que sempre falamos de experiência de fé no que se refere às questões da Eternidade, reconhecemos que nem tudo pode ser comprovado mediante uma experiência em laboratório. Aqueles que buscam enquadrar a Teologia nesse paradigma, são vítimas de uma certa medida de ignorância acerca do papel fundamental dessa matéria.
Seria a Teologia apenas uma ciência a serviço da Humanidade, ou estaria ela a serviço de Deus? Ou seria ambas as coisas? Essas são perguntas de difíceis respostas. Isso porque se entendemos que o conhecimento de Jesus é dado aos seres humanos para Sua salvação e erguimento. Logo a Teologia é um serviço em favor dos homens, na busca de apresentar uma fé para os homens. Todavia, se ela se presta a anunciar uma verdade acerca de Deus, e para a glória de Deus, a lógica nos leva a pensar a Teologia como um instrumento de Deus. Como conciliar esse paradoxo?
Podemos definir ciência como “um esforço intelectual para explicar o funcionamento do mundo físico, informado por investigações empíricas e conduzido por uma comunidade treinada em certas técnicas especializadas.”
Como a fé não pode ser explicada intelectualmente ou através da razão, acredito que a teologia serve para embasar essa fé e fazer com que ela perdure até a volta de Cristo e, assim, refletindo os fatos passados e os dos nossos dias, percebemos, claramente, que Deus existe e que é possível viver como viveram nossos antepassados.
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