segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

“A Larva e a Borboleta”

Texto crítico sobre o texto “A Larva e a Borboleta” (Notas sobre as [im]possibilidades do Protestantismo no interior da cultura brasileira )
Por: Zwinglio M. Dias




O presente texto tem por objetivo uma reflexão crítica sobre o fenômeno religioso designado protestantismo e, porque não falar sobre o Protestantismo brasileiro; fruto de expedições missionárias cujo objetivo era: trazer salvação aos povos “perdidos” da América Latina.
Parecia ter acabado ter acabado o protestantismo, isso porque, as guitarras e outros instrumentos estavam em evidência, um absurdo pensar assim, mas foi assim que pensaram os antigos sempre tentando manter a tradição, pois acham que a mesma, continha toda verdade.
É preciso aculturar-se, viver o novo, pois só assim aceitaremos o que o mundo contemporâneo tem para nos oferecer.
Gosto quando o autor fala sobre ”a emergência dos movimentos Pentecostais, nos inícios do século XX, caudatários, sem dúvida, de outros movimentos nascidos na Europa e na América do Norte a partir do século XVII, com sua ênfase anti-racionalista e de grande fervor religioso-emocional, ao adaptarem-se ao substrato religioso da cultura latino-americana e, particularmente, da brasileira, trouxeram consigo uma complicação ainda maior. Com isso a expressão “Protestantismo” tornou-se absolutamente insuficiente para caracterizar e enfeixar as multifacetadas variantes das alternativas eclesiológicas cristãs ao Romano Catolicismo em nosso continente”
Aqui deixa claro, que a aculturação se faz necessária neste aspecto aclesiológico, pois, devido às diferenças culturais existentes, percebe-se, claramente, uma diferenciação entre pensamentos americanos e outros, porque não dizer brasileiro.
Gosto também quando o autor fala da refração cultural herdada da América latina em que o protestantismo incorporado pelos americanos assume os valores e as formas culturais próprias do ethos cultural brasileiro.
As três vertentes distinguidas no Brasil para essa manifestação religiosa e, apontadas pelos nossos historiadores mostram que a transformação sócio-econômica e política são as responsáveis por esse fenômeno. São elas: os protestantismos de migração, de missão e movimentos pentecostais.
Logo, é preciso que as estruturas religiosas se transformem. Como a larva da borboleta precisa morrer para que a mesma mostre sua beleza e realeza dando um novo rumo para que a história se refaça. Esse foi o ensino que o mestre nos deixou quando esteve aqui na terra. O olhar de Jesus é um olhar desprendido, os evangelhos nos mostram um Jesus que compreende sua gente, sua cultura. Um Jesus que acredita... Precisamos ter esse olhar. Ver amor onde só há ódio, vida onde a morte esta aparente.

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